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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A começar por mim.

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e

orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus

caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus

pecados, e sararei a sua terra" (2 Crônicas 7:14).

Um general chinês fez o seguinte comentário: "Se o mundo

precisa ser trazido à ordem, minha nação precisa ser

transformada primeiro. Se minha nação precisa ser

transformada, minha cidade natal precisa ser renovada. Se

minha cidade natal precisa ser renovada, minha família

precisa ser corrigida. Se minha família precisa ser

corrigida, eu devo ser corrigido em primeiro lugar."

Estamos nós de acordo com o pensamento daquele general

chinês? Estamos preparados para nos deixar corrigir para que

tudo ao nosso redor seja transformado? Estaríamos prontos a

obedecer a Deus para que a nossa nação receba as dádivas de

Deus?

É muito comum percebermos os erros e defeitos de outras

pessoas. Percebemos o descaso de nossos colegas de trabalho,

a indisciplina dos alunos de nossa universidade, a

desonestidade dos empregados dos comércios por nós

frequentados, a hipocrisia dos membros da igreja onde

costumamos ir. Tudo está errado, muita coisa deve ser

mudada, porém, não estamos dispostos a começar as mudanças

por nós mesmos.


Quando deixamos o Espírito de Deus nos moldar, começamos a

viver uma vida melhor. Os defeitos de nossa família passam a

nos parecer bem menores e até insignificantes; nossa cidade

nos oferece uma paisagem mais agradável; nosso país começa a

ter esperanças; o mundo passa a ser visto por nós como um

cenário perfeitamente possível de ser transformado pelo

Senhor.

Se você deseja ver um mundo mais aprazível, coloque-se

diante de Deus e deixe que Ele dirija a sua vida. Desse

momento em diante, você começará a ser verdadeiramente

feliz.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Melodia, Ou Apenas Barulho?

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino
que tine" (1 Coríntios 13:1).

Certa noite, um adolescente voltou cedo para casa após o
ensaio do Coral Jovem da igreja. Seu pai ficou bastante
surpreso. O rapaz jamais voltava cedo de qualquer coisa.
Olhando por cima do jornal que estava lendo, o pai
perguntou: "Por que você voltou tão cedo?" "Nós tivemos que
cancelar o ensaio desta semana", disse o jovem. "O organista
e o regente do Coral tiveram uma disputa terrível sobre como
cantar 'Amor Divino', então, nós encerramos por hoje à
noite."

Parece engraçado o fato de alguém discutir ao tentar passar
uma mensagem de amor divino, mas, na realidade, é muito
triste. De que adianta eu falar ou cantar o amor de Deus se
este amor não existe em mim? O meu testemunho, ao falar do
amor do Senhor, deveria transmitir paz e tranquilidade e
jamais contendas e desentendimento.

Deus é amor e nós, como Seus filhos, devemos mostrar o que
dEle aprendemos -- o amor. E o amor não exige direitos, não
promove dissensões, não justifica atitudes egoístas, não
provoca mal-estar. O apóstolo Paulo diz que o amor tudo
sofre, tudo suporta. Quem ama oferece e não reivindica,
serve ao próximo e não espera ser servido. Oferece o que tem
e não espera recompensa.

O Coral Jovem daquela igreja dispensou seus participantes
porque não houve acordo no cantar o "Amor Divino". Melhor
seria se reunisse os "brigões" para que aprendessem o que
significa o amor de Deus. Cantavam sem saber o que é louvar,
se reuniam sem entender o que significa estar unidos,
estavam entre os que pregam, mas, deveriam estar entre os
que necessitavam ouvir a pregação.

Eles eram apenas metais fazendo barulho. Não transmitiam a
verdadeira melodia celestial. E nós?

Vivos Ou Petrificados?

"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo,
que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu
reino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de
tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a
longanimidade e doutrina" (2 Timóteo 4:1, 2).

"A lei de qualquer igreja é, e sempre será, evangelizar ou
petrificar." (George E. Sweazy) "Evangelismo não faz parte
do programa de trabalho da igreja; é o programa de trabalho
da igreja." (Brett Blair)

O que nós, igrejas vivas do Senhor, temos feito durante a
nossa caminhada com Cristo. Qual tem sido o nosso propósito
espiritual? Em que temos empenhado os talentos que recebemos
de Deus?

Muitas vezes passamos dias, meses e anos dizendo que somos
discípulos de Jesus, mas, nunca falamos de Seu amor, nunca
compartilhamos a bênção da salvação, nunca brilhamos como
luz do mundo. Quando nos convidam para um retiro na fazenda,
aceitamos com muito prazer. Quando nos convidam para um
"passeio missionário", somos os primeiros a dizer "sim".

Quando nos procuram para um festival de sorvete, uma noite
do cachorro-quente, um jantar de namorados... exultamos de
gozo e bradamos: "Sim, sim, sim!" E, quando somos convocados
para um dia de evangelização nas ruas da cidade, ou na praça
central, ou junto à Rodoviária local... estamos cansados,
estamos ocupados, está muito calor, está chovendo, temos
outros compromissos...!!!

Nossos corações estão petrificados; nossas vidas espirituais
estão petrificadas; nossa lâmpada está sem óleo, apagada e
petrificada; nossa igreja está petrificada e o Senhor está
triste e não pode nos chamar de "servos bons e fiéis".


Eu não quero virar pedra, não quero envergonhar o Senhor a
quem amo, não quero fingir que sou filho de Deus. Eu estou
vivo, quero vibrar de felicidade proclamando o nome do meu
Senhor e Salvador, quero repartir tudo de maravilhoso que
tenho recebido de Cristo. E você? Está vivo ou já
petrificou?